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Tron + Playboy

Tron Legacy só estreia oficialmente no Brasil nessa próxima sexta-feira, dia 17, mas para entrar no clima, a Playboy fez um especial para os geeks misturando as modelos Irina Voronina e Sasckya Porto à muita luz neon e cenários futuristas.

Veja também o making of do ensaio.

Com o coração na boca

Amanhã, dia 19 de novembro, começa a mostra “Com o coração na boca” no Cine Olido reunindo nove dos melhores clássicos dos gêneros terror e suspense como Carrie – A estranha, de Brian de Palma; O Bebê de Rosemary, de Roman Polanski; e Psicose, de Alfred Hitchcock.

O Cine Olido fica na Galeria Olido, na Av. São João, 473 – ali pertinho, no Centro de São Paulo – e os ingressos custam apenas R$1,00 (isso mesmo só aquela moedinha).

A mostra acontece entre os dias 19 e 25 de novembro. Confira a programação completa aqui.

Chapeuzinho Vermelho

Believe the legend. Beware the wolf.

Ainda sem previsão de lançamento aqui no Brasil, o longa Red Riding Hood – também conhecido como a nossa a boa e velha Chapeuzinho Vermelho – estreia oficialmente só em 11 de março do ano que vem nos EUA, mas pôster e o primeiro trailer já foram divulgados.

E pelas cenas, o filme digirido pela americana Catherine Hardwick, sim a mesma de Crepúsculo, parece repetir a mesma fórmula do casal Bella Swan e do “vampiro” Edward Cullen, transformando a história da menina que atravessa a floresta para levar doces para sua vovózinha, em uma saga épica cheia de romance proibido e disputa entre o bem e o mal. Enfim…

Assista ao trailer:

Noitão com O Garoto de Liverpool

As a boy all John Lennon needed was love

Há poucos dias da apresentação do Sir Paul McCartney aqui em São Paulo, o Cine Belas Artes – a.k.a. um dos melhores cinemas da capital paulista – apresenta nessa sexta-feira, dia 12 às 23h50, talvez uma das últimas edições do tradicional Noitão – já que o cinema que há tanto tempo exibe Medos Privados em Lugares Públicos do querido Alain Resnais, está prestes a fechar as portas por falta de patrocínio.

O tema dessa edição é “Mundos Imperfeitos” e aproveitando a vibe beatlemaniaca que tomou a cidade, um dos filmes exibidos é O Garoto de Liverpool (Nowhere Boy) – cinebiografia mostrada há pouco na 34º Mostra Internacional de Cinema de São Paulo sobre a vida de John Lennon, desde sua infância até o estrelato e amizade com Paul McCartney – dirigido pela inglesa Sam Taylor-Wood.

O segundo filme escolhido foi A Vida Durante a Guerra (Life During Wartime) e o terceiro como vocês sabem, é surpresa. Para os que resistem até o final, tem um café da manhã especial para os cinéfilos.

O Cine Belas Artes fica na Rua da Consolação, nº 2423 e os ingressos custam R$20,00 (inteira).

Coreia, cinema explosivo

Mesmo com o fim da 34º Mostra Internacional de Cinema, a programação cinéfila da cidade continua a todo vapor.

A partir dessa próxima sexta-feira, dia 05, até 14 de novembro, o Centro Cultural São Paulo exibe a mostra Coreia, cinema explosivo. Dividida em três partes, Coreia Box Office, Indie Coreia e Retrospectiva Chang-dong Lee a programação conta com o melhor do cinema conteporâneo do país asiático, de 1999 até os dias de hoje.

Entre os destaques dessa programação, você não pode deixar de conferir o premiado drama Casa vazia (빈집, Kim Ki-duk) de 2004 e a ficção ciêntifica mais engraçada e assustadora de todos os tempos O Hospedeiro (괴물, Bong Joon-ho) de 2006 – um dos filmes sul-coreanos de maior sucesso internacional (tanto de bilheteria como arrecadação também), inclusive no Brasil, onde arrancou intermináveis risos madrugada adentro quando foi exibido em um desses Noitões do Cine Belas artes em 2007.

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Metropolis, de Fritz Lang, ao ar livre no Ibirapuera

Como parte da 34ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, nesse próximo domingo dia 24, mais conhecido como amanhã, será exibido gratuitamente e ao ar livre – na parte externa do Auditório Ibirapuera – aqui em São Paulo, a versão restaurada (com mais 25 minutos de cenas adicionais!) de uma das mais geniais obras-primas do cineasta austríaco Fritz Lang (1890 –1976), “Metropolis“.

Lançado originalmente em 1927, Metropolis é considerado até os dias de hoje um dos principais ícones do expressionismo alemão e da ficção ciêntifica.

Anote aí, o filme será exibido a partir das 20h e será acompanhado pela Jazz Sinfônica com regência de João Mauricio Galindo. Não dá pra perder!

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Jackass 3D

Nada é tão ruim que não possa ficar pior. Assim estreiou nos EUA (em primeiro lugar nas bilheterias, arrecadando cerca de US$ 50 milhões nos primeiros 3 dias de exibição!) o terceiro filme da saga non sense Jackass 3D – série que fez sucesso há uns anos atrás na MTV. Ainda no estilo Avatar de ser, Jackass também apostou na fórmula “coisas pulando na tela” a.k.a. versão 3D.

O filme será lançado no Brasil dia 12 de novembro.

Porto dos Mortos

Justice…in this or any other world. – Beyond the Grave

Para quem sente falta da temática horror/ficção no cinema nacional, uma dica é o prêmiado (Prêmio do Público de Melhor Longa-metragem Latinoamericano da 5ª edição do Montevideo Fantástico) longa Porto dos Mortos (Beyond the Grave) do diretor Davi de Oliveira Pinheiro.

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Hanami – Cerejeiras em Flor

Uma maçã por dia, dá saúde e alegria”

No Japão, a flor de cerejeira (Sakura em japonês) é dos símbolos mais importantes do país. E por viver tão pouco tempo, ela representa a efemeridade da vida.

Tempo, essa unidade de medida que de certa forma controla – muitas vezes de modo cruel – nossas vidas é um dos pontos centrais de Hanami – Cerejeiras em Flor (Kirschblüten – Hanami), longa dirigido pela alemã Doris Dörrie, exibido anteriormente durante a 32º Mostra Internacional de Cinema.

E toda essa fragilidade do que chamamos de “existência”, nos é apresentada logo na primeira cena, onde Trudi (Hannelore Elsner) recebe a notícia que seu marido Rudi (Elmar Wepper) é portador de uma doença terminal onde lhe resta pouco tempo de vida. Aconselhada pelos médicos, Trudi – que dedicou sua vida inteira às vontades e desejos do marido – resolve então propor uma visita ao Japão a fim de realizar seu antigo sonho de avistar o Monte Fuji ao lado de seu marido.

Sem que Rudi saiba a real gravidade de seu estado de saúde, sua esposa o convence a visitarem antes seus filhos residentes em Berlim, local onde mais uma vez o tempo mostrará toda sua face devastadora. As “crianças” já não são mais tão pequenas e estão ocupadas demais com suas próprias vidas para ceder poucos minutos de atenção aos seus pais já em idade avançada. Estes, por sua vez, já não reconhecem mais os filhos como antigamente. A passagem do tempo parece ter o poder de modificar as pessoas, sentimentos e atitudes.

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(500) Days of Summer

“O filme a seguir é uma história de ficção. Qualquer semelhança com pessoas vivas ou mortas é mera coincidência. Especialmente você Jenny Beckman. Vadia”

Parte 1 – O Amor (Boy meets girl. Boy falls in love. Girl doesn’t.)

Assim começa (500) Days of Summer, longa de estreia do diretor Marc Webb, sobre um garoto comum chamado Tom Hansen (Joseph Gordon-Levitt), que cresceu acreditando que nunca seria verdadeiramente feliz até o dia em que encontrou a garota da sua vida, Summer Finn (Zooey Deschanel).

Antes que você comece acreditar que está prestes a ver mais uma comédia romântica, o locução manda o recado, não se trata de uma história de amor. Não esse amor esteriótipado e feliz que estamos acostumados a ver na maioria dos filmes do gênero, mas o amor real, como se fosse um ciclo definido por etapas determinadas com começo, meio e fim.

Da mesma forma que todos anos possuem uma época chamada “Verão”, e por mais intenso e feliz que ele seja, uma hora todo quele sol, calor, dias radiantes e alegres começam a dar espaço para uma paisagem um tanto quanto bucólica e solitária como o “Outono”. Assim é o amor. Por mais pessimísta que seja essa visão, não podemos esquecer que assim como as estações se renovam ano após anos, sempre é tempo de recomeçar e quem sabe o fim do Verão não seja tão ruim assim quanto o começo do Outono? Há uma luz que nunca se apaga…

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Ensaio Sobre a Cegueira

“Se puderes olhar, vê. Se podes ver, repara.”

Imagine que de uma hora para outra você deixasse de enxergar e surgisse no lugar das imagens, apenas uma luz extremamente clara, deixando tudo absolutamente branco como leite. Agora, imagine se isso acontecesse de uma outra para outra, sem mais nem menos, enquanto você dirige seu carro ou caminha sozinho pela rua. Toda sua independência e a liberdade de ir e vir estariam agora nas mãos de estranhos.

Esse é o cenário caótico de Blindness – nome “internacional” do novo filme do diretor de “Cidade de Deus” e “O Jadineiro Fiel” Fernando Meirelles – baseado no livro de 1995 do escritor português José Saramago, ganhador do prêmio Nobel da Literatura em 1998.

A cegueira branca contada por Saramago aos poucos revela toda a verdadeira natureza do ser humano. Um ser individualista e egoísta, incapaz sequer de sobreviver sozinho apesar de não ter decência para admitir isso em público. Assim como no livro, o filme mostra toda a degradação de uma sociedade subitamente cega. Ações simples como ir ao banheiro, comprar comida e beber água se tornam praticamente impossíveis. A sujeira se acumula por todos os cantos e ratos dominam as ruas da cidade.

Pensando ser tratar de um epidemia altamente contagiosa, o exército decide que os cegos devem ser imediatamente isolados do restante – ainda sadio – da população. Nessa quarentena claustrofóbica, são obrigados a lutar pela vida usando muitas vezes de violência que nem imaginavam possuir. Mulheres são obrigadas a se prostituir por comida (as cenas de estupro tiveram um “leve corte” por recomendação da distribuidora americana Miramax) enquanto saqueadores trocam socos em um supermercado na disputa por um saco de biscoito. Uma verdadeira terra de ninguém.

Comparações entre a versão escrita por Saramago e o roteiro do canadense Don McKellar filmado por Meirelles, sempre vão acontecer, apesar de todo mundo saber que são duas linguagens diferentes e cada uma possui suas particularidades. Mas uma coisa que não podemos deixar de valorizar é o enorme esforço da equipe em transpor uma história sem imagens e com personagens sem nomes, em uma produção audiovisual de 120 minutos de duração sem perder a carga emocional – mesmo que em menor escala – presente no livro.

Blindness – que estréia oficialmente semana que vem, dia 12 de setembro – é um filme que te fará refletir sobre o comportamento humano diante das adversidades da vida. Para quem não não está familiarizado com a história, talvez ache um pouco difícil compreender a cegueira metafórica em questão.

Duante as filmagens, Meirelles escreveu um blog contando detalhes interessantes e curiosidades sobre a produção do filme. Infelizmente parou de escrever após perceber a dimensão que seus textos tomaram, sendo traduzidos em outras línguas e publicados em diversos lugares. Mas vale a pena dar uma passada lá.

Handmade, by CISMA

O excelente curta-metragem “surrealista” Handmade – escrito e dirigido por Denis Kamioka, aka CISMA – está disponível para download (PSP, iPod e Quicktime) no site oficial da produção. Filmado em São Paulo em 2006, o filme traz além da linda fotografia, uma ótima trilha sonora e interessantes efeitos em 3D. No elenco, destaque para a participação da vocalista do CSS, Lovefoxxx.

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