Sexy Fingers

Sexy Fingers é uma campanha da AIDES criado pela JWT onde você pode tocar literalmente orgãos genitais. Assita ao vídeo:

by  Sexy Fingers

A Morte de Bunny Munro

Uma voz grave. Uma canção profunda. Uma letra sombria. Uma atmosfera que recende a álcool e cigarro: que Nick Cave é um gênio compondo, todo mundo já sabe (os que apreciam o bom e velho Rock, pelo menos). O que talvez seja desconhecido por uma maioria é que é nessa mesma linha de morte, desespero, vício e angústia, que ele constrói seu segundo romance  A Morte de Bunny Munro, lançado em 2010 no Brasil. (O primeiro And the Ass Saw the Angel, de 1989, nunca foi lançado por aqui)

Bunny Munro é um anti-herói. Um viciado em sexo, álcool, cigarro e cocaína que vende produtos de beleza de porta em porta para mulheres mal-amadas que anseiam por um resgate da vida mediocre que vivem. Bunny conta com seu charme cafajeste para, ao final de cada visita, conseguir uma folha de pedidos completa e uma boa “trepada”, satisfazendo a ilusão barata de sua cliente e seu próprio vazio desejo insaciável.

Até aí, tudo bem. Nosso (anti)herói vive sua vida de aventuras de cidade em cidade, de porta em porta. O que ele não esperava é que a depressão de sua esposa Libby, sempre considerada por ele um “problema de saúde”, fosse levá-la ao suicídio em seu próprio quarto, deixando-o completamente sozinho para criar o filho de 9 anos Bunny Junior. Para completar o cenário caótico, Bunny I – Pai de Bunny Munro – está morrendo de câncer no pulmão aos 80 anos.

A relação difícil entre os três Bunnys, que acabam sendo o mesmo personagem nas três fases da vida – um garotinho inseguro na infância, um pai perturbado na fase adulta e um velho patético e sozinho no leito de morte na velhice – ,  é o fio condutor do romance. Culpa, mágoa e decadência é o que leva Bunny Munro à morte ao fundo do poço. Seu completo desequilíbrio emocional aumenta a cada capítulo numa evolução para uma loucura certa e evidente, que muitas vezes me lembrou o personagem de Jack Nicholson, em O Iluminado, numa versão underground de ser.

Apesar de tudo, A Morte de Bunny Munro é um livro divertido. Ácido, insano e pervertido, sim, mas com um belo toque de humor (negro). Nick Cave insere elementos pop nessa narrativa frenética falando das obsessões sexuais do protagonista por Avril Lavigne, Kylie Minogue, Britney Spears, Beyoncé e outras divas. Ele inclusive se desculpa “com todo amor e respeito” à Kylie e Avril na última linha de seus agradecimentos ao final do livro. Achei até meigo, rs.

Pra quem quiser saber um pouco mais sobre o livro, veja o vídeo abaixo. O capítulo 11 é narrado pelo próprio Nick Cave com seu lindo vozeirão.

Como tirar arranhões do seu iPod

Quer seu iPod novo de novo? Depois de ser convencido pelo Rodrigo David a praticar o desapego e acabar de vez com os arranhões que aparecem no iPod, segue aqui a receita do Brushed Metal iPod:


Antes e Depois by Guilhes Damian

Material:

• 1 esponja Scotch-Brite 3M® (verde e amarela)
• 1 iPod Classic (ou outro com a parte de trás cromada)
15 minutos

Passo a passo:

1. Coloque seu iPod sobre uma superfície nivelada, apoiado sobre uma flanela
2. Posicione a face verde da esponja sobre o iPod e, com movimentos sempre na mesma direção, comece a escovar
3. Caso as linhas não fiquem na mesma direção, não se preocupe. Basta escovar novamente
4. Para um acabamento perfeito, não se esqueça de escovar as laterais com cuidado
5. Utilize o lado amarelo da esponja para limpar o iPod

Testamos outros processos para remover riscos do iPod que NÃO funcionaram. Foram eles:

Polidor de metais Brasso – aumentou o brilho, apesar de não remover os riscos do iPod
Pasta de dente (toothpaste) – a não ser que seu iPod esteja cariado, não é uma boa ideia
Ice Creme, iDrops e similares – não gaste seu dinheiro, não remove riscos
Banana (?) – acreditem, já tentaram

A vantagem de ter um iPod de aço escovado é que você nunca mais terá que se preocupar com arranhões, além de ter um iPod mais bonito e fácil de manter. Caso o aspecto de “brushed metal” diminua com o tempo, basta passar a esponja novamente e voilá!

Importante: não nos responsabilizamos por quaisquer danos causados no seu lindo iPod. Lembre-se: paciência é uma virtude.

In The Playroom

In The Playroom é uma série de fotografias que mostram crianças brincando com coisas, digamos, adultas. Quem assina é fotógrafo canadense Jonathan Hobin.

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Back to the future

Back to the future - projeto da argentina Irina Werning – é uma série de fotografias que mostram como aquelas crianças bonitnhas ficaram após se tornarem adultas. O mais legal de tudo é o trabalho de tratamento de imagem para que a foto atual fique com o mesmo aspecto da antiga.

Sneakers Rocks! (ou não?)

Sneakers (ou tênis, como era chamado no meu tempo) é o calçado preferido de 9 entre 10 roqueiros. Alguns modelos são sagrados – e consagrados – como o Converse All Star Preto. Desde que os Ramones apareceram para o mundo usando esse modelo, quase sempre sujo e destruído, o item virou ícone de juventude, rock, rebeldia, blá blá blá.

Particularmente, acho horrível. Mas o mercado, em toda sua sede de criar tendências e se tornar cool (leia-se fazer dinheiro a qualquer custo), conseguiu ir além e criou modelos “homenageando” bandas de rock.

Como gosto musical não se discute, cada um é livre para usar o que quiser também. De todos os modelos apresentados, o único que ao meu ver ficou realmente bonito é o New Balance Joy Division aí de cima. Mas dê uma olhada nessa compilação e tire suas próprias conclusões.

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Wikileaks + Whisky = revelation

Wikileaks + Whisky = revelation

(via Rétro Futurs)

Mini Moleskine stop motion

Excelente animação stop motion criada pelo artista holandês Rogier Wieland para a edição Extra Small do cultuado Moleskine. Como todo trabalho do tipo, dá pra imaginar o trabalho (e paciência!) que deu criar toda essa sequência.

Tron + Playboy

Tron Legacy só estreia oficialmente no Brasil nessa próxima sexta-feira, dia 17, mas para entrar no clima, a Playboy fez um especial para os geeks misturando as modelos Irina Voronina e Sasckya Porto à muita luz neon e cenários futuristas.

Veja também o making of do ensaio.

Bowie 2001

De todas as pessoas malucas que conheço, Fritz von Runte é uma das mais autênticas.

Nome de alemão, carioca de nascimento e inglês por opção (e de coração), Fritz é um cara que eu nunca entendi muito bem o que fazia na vida. Só sei que tem alguma coisa a ver com produção de música, produção de internet e, ao que tudo indica agora, produção de vídeo.

Quando achei que o cara tinha achado o pote de ouro ao produzir 4 faixas do disco do Freebass – banda das entidades baixísticas Peter Hook (Joy Division/New Order), Mani (The Stone Roses/Primal Scream) e Andy Rourke (The Smiths) – o cara me aparece com o projeto Bowie 2001.

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7 Jogos de zumbi que você provavelmente ainda não jogou

Aparentemente a moda dos vampiros se foi e, nesse momento, outro protagonista (ou antagonista) notório voltou aos palcos: os queridos e gosmentos zumbis.

Mas o que todo mundo sabe é que não é de hoje que esses corpos despertos da tumba sabe-se lá por que razão (mística, científica ou alienígena) perambulam por aí em livros, quadrinhos, filmes e séries de TV (leia-se Walking Dead). E é óbvio que eles não poderiam deixar de comparecer em nossos amados jogos de videogame.

Confira uma lista de matar dos jogos mais bacanas de (ou com) zumbis de todos os tempos:

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Joy Division Colouring Book

“An ideal Christmas/ Birthday present for any Joy Division obsessive”

Achei genial esse livrinho de pintar temático do Joy Division! A edição limitada (tamanho A4) e assinada pelo artista custa £15.99 e pode ser comprada aqui!

Agora, é só preparar as canetinhas e o estojo de lápis de cor e mandar ver no Ian Curtis e cia.

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